sexta-feira, 27 de setembro de 2013

"O cristão morda sua língua antes de difamar"

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

"O cristão morda sua língua antes de difamar"



Audiência Geral: "O mundo precisa de unidade e reconciliação. O cristão morda sua língua antes de difamar"

Cidade do Vaticano (RV) – Mais de 80 mil fiéis lotaram a Praça S. Pedro na manhã desta quarta-feira para a Audiência Geral com o Papa Francisco.

Em sua catequese neste Ano da Fé, o Pontífice falou da Igreja “una”, como confessamos no Credo. Se olharmos para a Igreja Católica no mundo, disse o Santo Padre, descobrimos que ela compreende quase 3.000 dioceses espalhadas em todos os continentes. Mesmo assim, milhares de comunidades católicas formam uma unidade – unidade na fé, na esperança, na caridade, nos Sacramentos e no Ministério.

“Onde quer que estejamos, mesmo na menor paróquia no ângulo mais remoto desta Terra, há uma única Igreja; nós estamos em casa, somos uma família, estamos entre irmãos e irmãs. E este é um grande dom de Deus! A Igreja é uma só para todos. Não há uma Igreja para os europeus, uma para os africanos, uma para os americanos, uma para os asiáticos, uma para quem vive na Oceania, mas é a mesma em todos os lugares.”

Como exemplo dessa unidade, o Papa então citou a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro: “Naquela multidão sem fim de jovens na praia de Copacabana, ouviam-se falar tantas línguas, se viam tantos rostos com traços diferentes, e mesmo assim havia uma profunda unidade, se formava uma única Igreja”.

Devemos nos perguntar, disse ainda Francisco, se sentimos e vivemos esta unidade ou “privatizamos” a Igreja para nosso grupo, nossa nação e nossos amigos. “Quando ouço falar de cristãos que sofrem no mundo, fico indiferente ou sinto-o como se sofresse um da minha família? É importante olhar para fora do próprio recinto, sentir-se Igreja, única família de Deus!”

Às vezes, constatou o Pontífice, surgem incompreensões, conflitos, tensões, divisões que ferem a Igreja. “Somos nós a criar dilacerações! E se olharmos para as divisões que ainda existem entre cristãos, católicos, ortodoxos, protestantes....sentimos a fadiga de tornar plenamente visível esta unidade. É preciso buscar, construir a comunhão, educar-nos à comunhão, a superar incompreensões e divisões, começando pela família, pelas realidades eclesiais, no diálogo ecumênico. O nosso mundo necessita de unidade, de reconciliação, de comunhão e a Igreja é Casa de comunhão. Antes de fazer intrigas, um cristão deve morder a própria língua.”

A unidade da Igreja, porém, não é primariamente fruto do nosso esforço por vivermos de acordo e unidos; o motor desta unidade é o Espírito Santo, que faz a harmonia na diversidade.

“Por isso é importante rezar”, concluiu Francisco: “Peçamos ao Senhor que nos faça cada vez mais unidos e jamais nos deixe ser instrumentos de divisão. Como diz uma bela oração franciscana, que levemos amor onde há ódio, o perdão onde há ofensa, união onde há discórdia”.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cimarrón: de gado e cão ao chimarrão

Cimarrón: de gado e cão ao chimarrão

A tradição do chimarrão é antiga. Os desbravadores, nômades por natureza, com saudades de casa e longe de suas mulheres, estavam acostumados a grandes "borracheiras" - porres memoráveis que muitas vezes duravam a noite toda. No dia seguinte, acordavam com uma ressaca proporcional. Os soldados observaram que tomando o estranho chá de ervas utilizado pelos índios Guarani, o dia seguinte ficava bem melhor e a ressaca sumia por completo. Assim, o chimarrão começou a ser transportado pelo Rio Grande na garupa dos soldados espanhóis.
As margens do Rio Paraguai guardavam uma floresta de taquaras, que eram cortadas pelos soldados na forma de copo. A bomba de chimarrão que se conhece hoje também era feita com um pequeno cano dessas taquaras, com alguns furos na parte inferior e aberta em cima.
Os paraguaios têm por tradição tomar o chimarrão frio... O "tererê" paraguaio pode ser tomado com gelo e limão, ou utilizando suco de laranja e limonada no lugar da água.
Na Argentina e no Uruguai a erva é triturada, ao contrário do Brasil, onde é socada. Nos países do Prata, a erva é mais forte, amarga, recomendada para quem sofre de problemas no fígado.
A palavra chimarrão tem origens no vocabulário espanhol
Do espanhol, "cimarrón" significa xucro, bruto e bárbaro, e foi utilizado para designar o gado selvagem que se reproduziu nas vacarias, no intervalo entre o 1º e o 2º Ciclo Missioneiro. Vale lembrar que na primeira tentativa jesuítica de reduzir os índios, 18 reduções foram fundadas e cada uma delas recebeu aproximadamente 100 cabeças de gado. Porém essa tentativa fracassou, índios e jesuítas foram embora, e o gado tornou-se selvagem, espalhando-se e reproduzindo-se em imensos campos, chamados de vacarias. Quando os jesuítas regressaram, passaram a chamar esses animais de "cimarrones"
E assim, a palavra chimarrão, foi também empregada pelos colonizadores do Prata, para designar aquela rude e amarga bebida dos nativos, tomada sem nenhum outro ingrediente que lhe suavizasse o gosto.
A raça de cães cimarrón
Também chamado de cachorro "crioulo" na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, o Cimarron é descendente direto dos cães trazidos pelos espanhóis durante o descobrimento, a conquista e a colonização da América.
Ao cruzarem-se entre si, Mastins, Galgos e Lebreis foram constituindo uma raça que é fruto de absoluta seleção natural, sobrevivendo apenas os mais aptos. Nesse aspecto, sua formação tem a mesma origem e passou pelo mesmo rigorismo que o Cavalo Crioulo, até firmar-se como raça definida.
No território da atual República Oriental do Uruguai, situada sobre o Rio da Prata e Atlântico Sul, foi onde subsistiu melhor e com mais tipicidade.
No final do século XVIII, na época das guerras pela Independência, o General José G. Artigas os imortalizou com sua célebre frase: "Quando me quede sin hombres, pelearé com perros cimarrones!" - Quando ficar sem homens, lutarei com cães cimarrones!
No final do século XVIII, a economia principal da região era a exploração bovina, tendo o couro como principal produto. Assim é que, devido à facilidade e abundância de alimentação, o número de cães "cimarrones" foi aumentado em grandes proporções, causando com isso grandes transtornos. Por ordem do Vice-Rei, no ano de 1.792 foram mortos mais de 300.000. Cada cota de cães abatidos valia uma quantia em ouro.
Algumas mães com seus filhotes conseguiram se salvar, escondendo-se nos matos nativos do Nordeste Uruguaio, hoje Departamentos de Rocha, Treinta y Tres e Cerro Largo. Foi onde o Sr. Carlos Alonso Imhoff pôde ir resgatar os descendentes daqueles Cimarrones e depois de rigorosa seleção, escolheu os primeiros 17 exemplares que serviriam de base para oficializar a raça e redigir o Standard da mesma no ano de 1.989. 
No Brasil foi introduzido através da fronteira do RS com o Uruguai, tendo como principais núcleos criatórios, os municípios de Bagé e Jaguarão

Cachorro cimarron

Manejo do pássaro-preto (tirado da internet)

Manejo do pássaro-preto
Autor(es): Júlio José Centeno da Silva

A espécie Agelaius ruficapillus é encontrada nas “terras baixas” no Rio Grande do Sul. Regionalmente, esse pássaro é conhecido por Anú ou pássaro-preto, apesar de seu nome vulgar, pouco conhecido, ser Garibaldi (Figura 1A e 1B). A população desse pássaro aumentou nos últimos anos, sendo considerado como uma praga para a cultura do arroz irrigado pelos produtores rurais e uma espécie a ser preservada pelos ambientalistas. O conflito do problema era encontrar uma solução que contemplasse ambos os grupos de atores: redução do dano à cultura do arroz sem comprometer a sobrevivência da espécie. Por meio de um trabalho participativo, buscou-se respostas para identificar a causa do aumento populacional do pássaro, alternativas de controle populacional que não fossem agrotóxicos, e aprovação de um instrumento legal que permitisse e ordenasse um futuro plano de manejo.

   
Fig. 1A. Pássaro-preto(A. ruficapillus) macho adulto.
Fig. 1B. Pássaro-preto(A. ruficapillus) fêmea adulta.
Foto: Ferrez, L.;1992 Foto: Andrade, M. A.;1992
Foi identificado que os pássaros comem as sementes de arroz e arrancam as plântulas durante o período de implantação da cultura (Figura 2). Nessa fase, ocorre redução de 57,9% no estande, em forma de manchas, em áreas localizadas a 50 m de bosques, e de 24,4% em áreas localizadas a mais de 200 m de bosques. Não existe diferença de intensidade de ataque entre os diferentes sistemas de semeadura. As lavouras no sistema pré-germinado são as primeiras a sofrerem o ataque, pois normalmente são localizadas próximas de matos, são as primeiras implantadas e apresentam danos mais intensos. Durante a fase reprodutiva do arroz, os pássaros atacam as panículas (Figura 3), o que causa redução média de 1249 kg/ha na produtividade das lavouras localizadas próximas a matos, e de 964 kg/ha nas áreas afastadas de matos.

Fig. 2. Dano causado por A. ruficapillus no período de semeadura do
arroz (Município de Rio Grande, RS, Brasil, 1995)
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Foto: Silva, J. J. C. da 


 
Fig. 3.  Dano causado por A. ruficapillus no período de maturação do arroz. Direita: panícula sem dano. Esquerda: panícula com dano (Rio Grande, RS, Brasil, 1996).
Foto: Silva, J. J. C. da
Dois motivos justificaram os trabalhos para identificar as causas do aumento populacional. O primeiro foi a especulação, por parte de grupos ambientalistas, que o aumento populacional poderia ser decorrente da morte de predadores vitimados pela cultura do arroz. O segundo motivo era encontrar, por meio do exercício de causa-efeito (Figura 4), o ponto de interferência mais conveniente para manejar a população do pássaro, ou seja, controlar as causas do aumento populacional. Como resultado, identificou-se que o aumento da população de pássaros-preto é resultado da perda de arroz durante a colheita, da perda de arroz nas estradas e dos resíduos da pré-limpeza do arroz, que ficam à disposição dos pássaros durante o inverno. Essa oferta "extra" de alimentos resulta em redução da mortalidade dos pássaros, especialmente os jovens, o que faz com que as fêmeas não precisem sincronizar a sua reprodução. Foi constatado que o período de reprodução dessa ave deixou de ser apenas o mês de março e passou a ocorrer de setembro a maio. Assim, sugere-se a redução da oferta "extra" de alimentos durante o inverno para diminuir o período e a intensidade de postura do pássaro-preto e, por consequência sua população ‑ conforme o seguinte modelo:
Redução alimentos → aumento mortalidade → redução reprodutividade → população original 

 
Fig. 4. Modelo de causa-efeito do aumento populacional do pássaro-preto (A. ruficapillus) no Rio Grande do Sul.
Fonte: Silva, J.J.C. da, 2004.
O objetivo do plano de manejo do pássaro-preto não é a eliminação total da sua população, mas a sua manutenção abaixo do nível de dano econômico. O pássaro-preto, como outras espécies, é importante aliado dos agricultores, pois come insetos e sementes de plantas daninhas. Isso justifica o não emprego de agrotóxicos, principalmente iscas tóxicas, pois existe mais de uma centena de espécies de aves associadas à cultura do arroz. Essas aves alimentam-se de insetos e pequenos animais e são fundamentais para o controle biológico de pragas. O plano proposto considera o equilíbrio entre a redução dos danos causados por essa ave e a preservação dos benefícios da mesma para a agricultura. Não busca a redução da sua população imediatamente. Os agricultores concordam que precisarão ser pacientes e aprender a conviver com essa situação por algum tempo. É importante destacar que o sucesso do plano depende, exclusivamente, da adoção das recomendações por um grande número de produtores, implantando-as em regiões e não isoladamente em propriedades individuais. As recomendações do plano aprovado estão descritas de forma resumida no Quadro 1 e foram respaldadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente por meio da Portaria Nº 63 de 26.05.98.

Tabela de Vitaminas

Vitaminas - Sua Pesquisa
Tabela de VitaminasO que são, funções das vitaminas, tipos de vitaminas, vitaminas das frutas, avitaminoses, vitaminas hidrossolúveis lipossolúveis, importância, vitamina C e outras
vitaminas das frutas
Frutas: uma das principais fontes de vitaminas
O que são vitaminas 
As vitaminas são nutrientes importantes para o nosso organismo. São de extrema importância para o bom funcionamento do nosso organismo, principalmente, porque ajuda a evitar muitas doenças.
Elas não são produzidas pelo organismo e, portanto, devem ser adquiridas através da ingestão de alimentos (frutas, verduras, legumes, carnes etc). A falta de vitaminas pode acarretar em diversas doenças (avitaminoses). Elas podem ser de dois tipos: hidrossolúveis (solúveis em água e absorvidas pelo intestino) e lipossolúveis (solúveis em gorduras e absorvidas pelo intestino com a ajuda dos sais biliares produzidos pelo fígado).

Vitaminas
FontesDoenças provocadas pela carência (avitaminoses)Funções no organismo
Afígado de aves, animais e cenouraproblemas de visão, secura da pele, diminuição de glóbulos vermelhos, formação de cálculos renaiscombate radicais livres, formação dos ossos, pele; funções da retina
Dóleo de peixe, fígado, gema de ovosraquitismo e osteoporoseregulação do cálcio do sangue e dos ossos
Everduras, azeite e vegetaisdificuldades visuais e alterações neurológicasatua como agente antioxidante.
Kfígado e verduras de folhas verdes, abacatedeficiência na coagulação do sangue, hemorragias.atua na coagulação do sangue, previne osteoporose, ativa a osteocalcina (importante proteína dos ossos).
B1cereais, carnes, verduras, levedo de cervejaberibériatua no metabolismo energético dos açúcares
B2leites, carnes, verdurasinflamações na língua, anemias, seborréiaatua no metabolismo de enzimas, proteção no sistema nervoso.
B5fígado, cogumelos, milho, abacate, ovos, leite, vegetaisfadigas, cãibras musculares, insôniametabolismo de proteínas, gorduras e açúcares
B6carnes, frutas, verduras e cereaisseborréia, anemia, distúrbios de crescimentocrescimento, proteção celular, metabolismo de gorduras e proteínas, produção de hormônios
B12fígado, carnesanemia perniciosaformação de hemácias e multiplicação celular
Claranja, limão, abacaxi, kiwi, acerola, morango, brócolis, melão, mangaescorbutoatua no fortalecimento de sistema imunológico, combate radicais livres e aumenta a absorção do ferro pelo intestino.
Hnoz, amêndoa, castanha, lêvedo de cerveja, leite, gema de ovo, arroz integraleczemas, exaustão, dores musculares, dermatitemetabolismo de gorduras
M ou B9cogumelos, hortaliças verdesanemia megaloblástica, doenças do tubo neuralmetabolismo dos aminoácidos, formação das hemácias e tecidos nervosos
PP ou B3ervilha, amendoim, fava, peixe, feijão, fígadoinsônia, dor de cabeça, dermatite, diarréia, depressãomanutenção da pele, proteção do fígado, regula a taxa de colesterol no sangue 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Recieta caseira para o cabelo crescer (internet)

Receita caseira para o cabelo crescer

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Uma ótima receita caseira para o cabelo crescer mais rápido é aplicar jojoba, babosa no couro cabeludo.

Ingredientes

  • 1 colher de óleo de jojoba;
  • 60 ml de gel de babosa;
  • 15 gotas de óleo essencial de alecrim;
  • 10 gotas de óleo essencial de cedro das atlas (cedrus atlântica).

Como fazer a receita caseira para o cabelo crescer mais rápido

Misture muito bem todos os ingredientes e passe no couro cabeludo na noite anterior à lavagem do cabelo, fazendo uma suave massagem. Guarde o que sobrar em local fresco, em um recipiente de vidro escuro.
Normalmente, o cabelo cresce entre 10 a 12 centímetros por ano, e é mais fácil medir esse crescimento no cabelo liso. Com este remédio para o cabelo crescer esse valor deve ser maior, mas os resultados são muito pessoais.

Truques para o cabelo crescer rápido

Alguns truques para o cabelo crescer rápido e saudável:
  • Ter uma alimentação boa e variada (a desnutrição  e a carência nutricional reduz o crescimento normal dos fios de cabelo)
  • Manter o corpo bem hidratado
  • Manter o couro cabeludo com uma oleosidade controlada
  • Lavar o cabelo com o shampoo adequado ao tipo de cabelo
O óleo de jojoba e a babosa mantêm o couro cabeludo saudável e as essências aceleram o crescimento dos fios de cabelo. Já a massagem irá aumentar a circulação local, favorecendo o crescimento dos fios.

Receitas da Carochina (internet)

Brilho para as unhas



Friccione um pouco de vinagre nas unhas antes de aplicar o verniz. Isto permite limpá-las e faz com que o verniz dure mais tempo.

Como eliminar os papos nos olhos



Se acorda com papos nos olhos, faça-os desaparecer muito simplesmente preparandao um infusão. A única condição é que esta infusão seja de camomila e que a aplique em vez de a beber.
Isso mesmo! A camomila possui propriedades calmantes naturais que diminuem temporariamente o inchaço.
Prepare uma infusão gelada, embeba compressas de gaze e aplique-as nos olhos. E, adeus papos!

Com linha e agulha

Tem dificuldade em enfiar a agulha? Estes 2 truques vão ajudar de certeza:

1) vaporize um pouco de laca nos seus dedos e faça deslizar o pedaço de linha entre os seus dedos. A laca seca imediatamente e retesa a linha o suficiente para fazer uma boa ponta.

2) Experimente segurar a linha entre o indicador e o polegar, e aproxime o buraco da gulha para mais perto da linha, em vez de enfiar a linha na agulha. Este velho truque das bordadeiras permite-lhe segurar a linha mais firmemente quando ela entra em contacto com a agulha.

Recicle a cobertura reflectora da tábua de passar a ferro

  
 






A cobertura reflectora da sua tábua de passar a ferro talvez já esteja usada, mas ainda serve para outra coisa. Corte-a e use as partes menos estragadas para fazer bases para travessas, pegas e luvas de cozinha para retirar os tabuleiros do forno.
Combine-as com tecido e esponja para confeccionar artigos que suportam o calor.

2013/09/11

Declare guerra às bactérias!

Uma esponja de cozinha pode armazenar muitas bactérias.
Limpe-a regularmente colocado-a na máquina de lavar louça cada vez que a ligar.
Ou, depois de ter utilizado a esponja, passe-a por água, enxugue-a e ponha-a no microondas durante 30 a 60 segundos.

O sal contra as dores de cabeça

 
Pode aliviar uma dor de cabeça com uma compressa quente de sal.
Deite sal numa frigideira, sem gordura, e aqueça-o até ficar quente mas sem ferver. Envolva o sal num pano fino. Coloque a compressa na zona de onde provém a dor e friccione. O calor seco vai eliminar a dor.

A regra das compras inteligentes...

 
Em tempos de crise há que arranjar maneiras de economizar quando se vai às compras.
E, para começar, não esquecer a regra dos 4 adjectivos: esfomeado, enervado, sozinho e cansado.
Fará escolhas mais sensatas se o seu apetite estiver satisfeito, se não se sentor cansado e se estiver tudo bem consigo. Ou arrisca-se a comprar mais "alimentos de reconforto" que, na sua perspectiva, o ajudarão a sentir-se melhor.
Na medida do possível, faça as suas compras sozinho. Na presença de outros membros da família, arrisca-se a fazer mais compras impulsivas. Tenha em conta as preferências de cada um quando fizer a lista de compras, e não quando percorrer as secções do supermercado.